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Mídia e sustentabilidade

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Mídia e sustentabilidade

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É sustentável a cobertura feita pelos meios de comunicação sobre os temas sustentabilidade e responsabilidade social empresarial?

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  • Em resposta à pergunta-provocação deste fórum, deixo minha opinião. Os meios de comunicação estão comprometidos até o pescoço com os setores que mais devastam o meio ambiente. Como podem cobrir o assunto com isenção? Impossível! E aos cidadãos digo q não basta reciclar etc., mas prestar atenção no que se come e qual o custo ambiental da picanha e do presunto. Tem galinha e boi comendo melhor q grande parte da Humanidade pra que a gente possa se empanturrar no churrasco do fim de semana. Um abraço a todos e mais uma vez, parabéns ao Alceu e equipe do RS pelo excelente trabalho em rede.

  • Xô, sacolas plásticas…
    O estado do Rio de Janeiro dá a seus cidadãos condições de tomarem atitudes que fazem muita diferença para o meio ambiente no Brasil e no mundo. Vamos poder devolver sacolas de plástico aos comerciantes e nessa devolução trocar 50 delas por um quilo de arroz ou feijão. Também ganhamos no mínimo R$ 0,03 de desconto a cada cinco itens ao optarmos por bolsas reutilizáveis.
    O projeto de lei do governo estadual para substituição pelo comércio as sacolas de plástico por sacolas de materiais reutilizáveis, depois de dois anos engavetado na Assembléia Legislativa do Rio (Alerj), foi aprovado, na quarta 24. Demorou, apesar de importante, teve emendas, mas é um início, e se for ajustado para melhor, aí será política pública de primeira.
    Provocará mudanças positivas de conduta do comércio (que assume o custo de deradação ambiental do setor quando sacolas plásticas são devolvidas ou não usadas pelos consumidores) e de comportamento dos consumidores (que escolhem não levar a sacola plástica oferecida pelo comércio e assim fazem o setor pagar o custo pela degradação ambiental).
    O plástico demora mais de 100 anos para se decompor na natureza. As sacolinhas que levamos para casa não são de graça e custam muito mais caro que imaginamos: asfixiam tartarugas, entopem bueiros, favorecem a ocorrência de enchentes. Vemos sacolas plásticas boiando no mar, voando em dias de vento, espalhadas depois de tempestades, no entanto, não fazemos a relação entre esse lixo de plástico, sua livre circulação por tanto tempo, os danos que causam e as nossas compras. O que parece um pequeno desconto para nós é um investimento do setor comercial em compensação ambiental e também representa um ganho global.
    Agora, o Rio de Janeiro, que continua lindo, vai ficar mais limpo!
    Leia matéria completa no Globo on line:

  • legal, Beatriz. O problema apontado pelo pessoal do próprio Instituto Ethos é que a imprensa costuma associar sustentabilidade a somente meio ambiente. Observe os títulos da matéria: selo verde, reciclagem, ambiente. Aí temos duas pontas do tripé valorizadas: o lucro e o meio ambiente. A parte social ninguém dá muita bola…

  • Está publicado desde 14 de maio no site do Estadão o especial ”Um ’novo PIB’ em gestação”, com matérias sobre a busca de especialistas por uma reformulação da medida de riqueza que leve em conta ambiente e qualidade de vida. Na página do especial temos acesso a infográfico (riqueza e sustentabilidade), blog de Andrea vialli, entrevista com o José Eli Veiga, jogos e arquivos. Alguém já conferiu?
    Matérias do especial:
    Um ’novo PIB’ em gestação
    Ideia é melhorar a metodologia
    Poucos adotam ’selo verde’ no País
    USP cria centro para reciclar eletrônicos
    Consumo x ambiente